A apuração do segundo turno presidencial em Goiânia terminou em 25 de outubro de 2026. Na cidade, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Flávio Bolsonaro, do PL, disputaram a votação.
No resultado nacional, Lula obteve a maioria dos votos e conquistou a reeleição ao Palácio do Planalto. Flávio Bolsonaro terminou a disputa nacional na segunda posição.
Os eleitores de Goiânia, em Goiás, votaram para presidente no segundo turno realizado no domingo, 25 de outubro. A apuração municipal registrou os votos destinados aos dois candidatos.
Os dados da votação local foram atribuídos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que forneceu os números consolidados. A notícia apresenta o resultado na capital goiana e informações sobre a trajetória política de Lula.
Votação para presidente em Goiânia
O resultado da eleição em Goiânia apontou 504.281 votos válidos para Flávio Bolsonaro (PL), o equivalente a 62,64% do total municipal. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 300.757 votos, ou 37,36%.
Os percentuais correspondem aos votos válidos contabilizados na capital goiana, conforme os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A apuração local chegou a 100% das urnas totalizadas.
Na votação municipal para presidente, a diferença entre os candidatos foi de 203.524 votos. Os números de Goiânia mostram a distribuição local dos votos, distinta do resultado nacional mencionado na apuração.
Reeleição de Lula e trajetória política
A trajetória política de Lula ganhou projeção nos anos 1970, quando liderou greves de metalúrgicos no ABC Paulista durante a ditadura militar. Ele participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1980, e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em 1983.
Em 1986, Lula foi eleito deputado federal por São Paulo e participou da elaboração da Constituição de 1988. Depois de três disputas presidenciais, venceu a eleição de 2002 e governou o país de 2003 a 2010; entre as marcas citadas desse período estão o Bolsa Família, a ampliação do acesso ao ensino superior e o crescimento do consumo.
Para a campanha de 2026, o petista destacou a aprovação, pelo Congresso, do fim da escala 6×1 e anunciou propostas econômicas. Entre elas estavam a proibição das bets, o reajuste do Bolsa Família, uma nova etapa do Desenrola e a ampliação do Pé-de-Meia para universitários; também apresentou medidas para microempreendedores individuais, como renegociação de dívidas e auxílio financeiro.


